21 maio 2020

A elite - Kiera Cass #29

Sinopse: A vida no palácio não era tão ruim quanto America imaginava. Ou melhor: com todos os mimos e privilégios que estava tendo, ela já mal se lembrava de como era pertencer à casta Cinco. Ser Um, em compensação, era fácil: suas criadas eram costureiras talentosíssimas e faziam vestidos maravilhosos; os banquetes e as festas que frequentava eram incrivelmente divertidos; e o conforto em que vivia agora seria impensável alguns meses atrás. Além de tudo, quando sentia saudade de casa, tinha Aspen por perto. Ele era compreensivo, companheiro e tinha decidido colocar sua vida em perigo por ela - afinal, o que aconteceria se alguém descobrisse que, além de guarda do palácio, era ex-namorado de uma das candidatas? Era com Aspen que America contava nas horas mais difíceis. Por outro lado, o príncipe Maxon era atraente, bondoso, carinhoso e - o mais importante - desejava America mais do que qualquer outra garota da Elite. Mas, além de estar com o coração secretamente dividido, também era difícil lidar com o fato de que aceitar Maxon significava ter que aceitar uma coroa. America não tinha certeza se gostaria de ser uma princesa. Apesar da vida glamorosa, havia tantas coisas com as quais ela não concordava e que permaneciam sem explicação: por que o palácio sofria tantos ataques rebeldes? O que era reivindicado? Por que os castigos aos infratores tinham de ser tão violentos? O que estava por trás daquele regime de castas tão cruel? O tempo está acabando e as dúvidas de America só aumentam.


Editora: Seguinte | Ano: 2013 | Gênero: Distopia e Romance | Páginas: 260 | Classificação: 5/5 | Compre o seu!

Cuidado! Se você não leu o primeiro livro desta série "A seleção", esta resenha poderá conter spoilers do mesmo.

"Maxon não sabia que Aspen estava no palácio mas sabia bem que havia alguém na minha província que eu desejava esquecer, e estava, muito gentilmente, dando-me tempo para superar a situação enquanto tentava encontrar outra pessoa com quem pudesse ser feliz, caso nunca fosse capaz de ama-lo." 

Com apenas seis garotas no castelo - América, Kriss, Celeste, Elise, Natalie e Marlee -, a competição da seleção fica ainda mais acirrada. Depois de descobrir o que seria a festa do Halloween com América, que sempre teve curiosidade sobre o tema, numa cena linda, Maxon decide fazer a festa. É descoberto um caso de Marlee que se apaixonou por um dos guardas, um amor lindo, mas pelas regras da competição acaba sendo punida levando chicotadas em público e se tornando uma oito, o que foi muito triste e tocante e fez América repensar seus sentimentos pelo príncipe e ganhar a total antipatia do rei (chato na minha opinião) e do público. Tendo de planejar um evento, as meninas são separadas em dois grupo: América e Kriss ficando com os italianos, e Celeste, Elise e Natalie com os outros visitantes. 

“Tempo eu sei. Estou pronto para dar o tempo necessário a você. Só gostaria de ter certeza de que você vai mesmo querer estar ao meu lado quando esse tempo acabar.” 

América se afasta de Maxon e ele aproxima-se de Kriss, que acaba se apaixonando e consegue seu afeto. Aspen vira guarda no castelo confundindo ainda mais América que passa a ter encontros com ele (muita pouca vergonha e falta de consideração com Maxon tadinho). E quando finalmente América decide lutar por Maxon ela encontra bastante desafios: o recente afeto dele por Kriss, sua falta de popularidade entre o povo de Iléa, o completo ódio do rei Clarkson, suas incontáveis ideias mirabolantes (as quais concordo rsrs), os ataques rebeldes e descobertas incríveis de diversas provas de amor em que o príncipe já suportou por ela. 

“- Como é amar? - perguntou May . -É a coisa mais maravilhosa e terrível que pode acontecer com você. Você sabe que encontrou algo incrível e quer leva-lo para sempre consigo. E um segundo depois de ter aquilo, você fica com medo de perder.”

Esta leitura me proporcionou um misto de sentimentos. Fiquei com raiva em alguns momentos, não vou negar. Ainda assim aconselho que leiam “A elite” e confiram a história vocês mesmos. Só posso dizer-lhes que amei a leitura tanto quanto amei a do primeiro livro.

Beijos, Aninha.

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