07 setembro 2020

A escolha - Kiera Cass #33

Sinopse: America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de Aspen, um garoto que partira seu coração. Ao conhecer melhor o príncipe, porém, surgiu uma amizade que logo se transformou em algo mais... No entanto, toda vez que Maxon parecia estar certo de que escolheria America, algum obstáculo fazia os dois se afastarem. Um desses obstáculos era Aspen, que passou a ocupar o posto de guarda no palácio e estava decidido a reconquistar a namorada. Em encontros proibidos, ele a reconfortava em meio àquele mundo de luxos e rivalidades. Com essas idas e vindas, America perdeu um pouco de espaço no coração do príncipe, lugar que foi prontamente ocupado por outra concorrente. Para completar, o rei odiava America e a considerava a pior opção para o filho. Assim, tentava sabotar a relação dos dois, inventando mentiras e colocando a garota em prova a todo instante. Agora, para conseguir o que deseja, America precisa cortar os laços com Aspen, conquistar o povo de Illéa e conseguir novos aliados políticos. Mas tudo pode sair do controle quando ela começa a questionar o sistema de castas e a estratégia usada para lidar com os ataques rebeldes... - Compre o seu!

Editora: Seguinte | Ano: 2014 | Gênero: Romance distópico | Páginas: 352 | Classificação: 5/5

No último livro da trilogia “A Seleção” restam apenas três garotas na disputa por Maxon. Celeste, América e Kriss. Uma delas quer sobretudo o título de rainha. Neste livro vemos, ainda, o rei investindo pesado para destruir América, ao inventar diversas calúnias a respeito dela, que apesar de tudo continua firme em suas convicções.
“A possibilidade de tamanho amor me deixava assustada e empolgada.” 

Na medida que a história decorre, vemos América evoluindo, ao mostrar uma grande liderança política. Ela consegue o apoio e o respeito dos rebeldes, até os mais “brandos” digamos assim — que veem nela a rainha que almejam. América consegue também a simpatia dos italianos, juntando-os aos rebeldes, pois lutam pelos mesmos “ideais”. A evolução da mocinha, ao menos para mim, foi bem clara. América evidenciou-se mais centrada e madura neste livro, apesar de alguns deslizes. 

“As melhores pessoas sempre carregam alguma cicatriz.” 

Um fato muito interessante, o qual eu não esperava, foi uma reviravolta que aconteceu com uma personagem em específico, que provou que apesar de tudo todos somos humanos e cada um tem seus medos e inseguranças. 

“Meu coração sempre foi seu para machucar como quiser.”

Posso resumir que a leitura foi bastante prazerosa. Para mim, o livro é perfeito. O final é bastante surpreendente, fatalista, romântico e simplesmente maravilhoso, foi o que mais gostei na trilogia. Só me resta recomendar esse romance distópico.

Por: Aninha.

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